vpn.acme.example:10443 · ana.souza
Suas VPNs.
Uma janela.
Sem terminal.
Conecte em todos os ambientes FortiGate que você usa, veja quais túneis estão no ar e volte ao trabalho. Sem decorar comando, sem editar arquivo de configuração na mão.
Seus túneis
3 perfis · 2 conectados
ssl.north.example:443 · ana
vpn.staging.example:443 · deploy
Você só queria acessar a rede.
Não ficar de babá de terminal.
O openfortivpn funciona, mas pede sudo toda vez, deixa um terminal aberto para cada cliente e só te conta que a conexão caiu quando alguma coisa quebra. O TunnelYard faz o mesmo trabalho numa janela.
$ sudo openfortivpn -c cliente.conf
INFO: Connected to gateway.
INFO: Authenticated.
ERROR: pppd: The link was terminated.
$ sudo openfortivpn -c cliente.conf
_
- sudo e senha a cada conexão
- Um terminal aberto para cada cliente
- Você só descobre a queda quando uma requisição falha
- Um clique para conectar
- Vários túneis lado a lado
- Aviso quando um cai, e reconexão automática
Para quem vive
entre várias redes.
Um cliente ou vinte: todos os perfis ficam na mesma lista, conectam com um clique e avisam quando alguma coisa muda.
Todos os clientes.
Ao mesmo tempo.
Cada perfil tem o próprio túnel. Conecte o trabalho, o lab e a VPN de um cliente juntos e veja o estado de cada um na mesma janela.
Formulário. O mesmo .conf.
Crie, edite ou importe arquivos .conf do openfortivpn. Eles ficam em /etc/openfortivpn e funcionam mesmo sem o TunnelYard.
Saiba quando conecta. E quando cai.
Notificações do sistema e um console ao vivo, para você nunca mais ficar olhando o terminal.
Feche a janela.
Os túneis continuam no ar.
Controle todas as conexões pela bandeja e, se quiser, abra o TunnelYard junto com o sistema.
Português ou inglês. Claro ou escuro.
Escolha o idioma e o tema, ou deixe o TunnelYard seguir o sistema.
A janela nunca roda como root.
O TunnelYard separa a interface do trabalho que precisa de privilégio. Só a etapa que sobe o túnel pede permissão de administrador, e quem pede é o seu sistema, pelo PolicyKit.
Ver como funciona no códigoO app prepara só o perfil que você escolheu.
O PolicyKit pede a permissão e um helper pequeno inicia o openfortivpn.
Cada túnel é um processo separado, então se um falhar os outros continuam no ar.
Cada MiB,
anotado.
Uma medição numa máquina só, contada por inteiro, inclusive o que ela não prova.
Linux x64 · build de debug v2.6.0 · 08/09/2026Média de memória residenteRSS · 60 amostras, uma por segundo
Onde a memória fica
- Interface
- 86,3 MiB 74,8%
- Processos da VPN
- 29,1 MiB 25,2%
A janela do TunnelYard (Rust e GPUI)
Dois openfortivpn e dois pppd
Variação no minuto
0,25 MiBA variação total nas 60 amostras. A memória ficou parada o tempo todo, então um gráfico seria só uma linha reta.
Os números vêm com contexto.
O método também.
Como medimos
Ubuntu 26.04.1 LTS, x86_64, build de desenvolvimento 2.6.0, medido em 08/09/2026: 60 leituras de VmRSS em /proc/PID/status, com um segundo de intervalo. Interface é a janela do app. Processos da VPN é a soma de dois openfortivpn e dois pppd.
Também medimos o app recém-aberto, sem túneis, em 241,9 MiB. Deixamos esse número fora da comparação de propósito: era outro processo, rodando por outro tempo, com outra tela aberta. A diferença entre os dois não diz nada sobre quanto custa conectar.
Somar valores de RSS pode contar memória compartilhada mais de uma vez. GPU, kernel, shells e serviços do desktop ficaram de fora. Nenhuma senha foi lida e as conexões que já existiam não foram tocadas. Outras máquinas e builds de release vão dar números diferentes.
Cole no terminal.
Ele faz o resto.
O script vê o seu processador e o gerenciador de pacotes e instala o pacote certo do GitHub. Se o TunnelYard estiver aberto com túneis conectados, ele pergunta antes de desconectar e reabre o app no fim.
curl -fsSL https://tunnelyard.lucascavalheri.com.br/install.sh | bashPrecisa de root ou sudo. Funciona em x86_64 e ARM64 com apt, dnf, yum, zypper, pacman ou apk, e usa o arquivo portátil se não achar nenhum deles.
Escolha o seu Linux.
Escolha primeiro o processador, depois a distro. Pacote do processador errado não abre.
Seu processador
v3.0.9Um pacote feito para o outro processador não roda nesta máquina.
Sua distro
Debian e Ubuntu · .deb
Fedora, RHEL e openSUSE · .rpm
Arch Linux · pacman
Alpine · apk
Gentoo, Void, NixOS · portátil
Escolha o processador e depois a distro.
O arquivo vem direto do GitHub.
Debian e Ubuntu usam .deb. Fedora, RHEL e openSUSE usam .rpm. Arch usa um pacote do pacman. Alpine usa .apk (precisa do gcompat). Gentoo, Void, NixOS e o resto usam o arquivo portátil.Ver todos os arquivos e instruções.